Feedback do último filme do twilight: grande crap.
Os livros lêm-se bemm, admito que fizeram parte da minha vida e já passei a minha fase twilight. Mas a partir do momento em que fazem filmes da saga twilight este entrou automaticamente para a lista negra de enxovalhamento mundial: quer fosse pela poker face da Kristen e pela lamechice exagerada. Contudo, eu gostei do primeiro filme. Está bem conseguido, com baixinho orçamento e para o tipo de filme que é e tipo de público que o vê. Os vampiros estavam bem caracterizados, pareciam puramente brancos e não embrenhados em camadas de base, a história era mais simples sem aquela treta toda das guerras dos vampiros e do bebé creepy da bella, enfim, apenas uma simples história de amor entre adolescentes. Nesta altura do campeonato em que já foram adaptados todos os volumes da saga leva-me a crer que o resultado não foi conseguido, porque simplesmente a história é ridícula para ter passado para o grande ecrã. Então neste amanhecer parte 2 foi mais ou menos assim:
-A Bella acordou como vampira e já toda maquilhada (ok, eu sei que os vampiros são mais belos que o habitual mas aquilo eram carradas de maquilhagem que produziam um efeito mesmo mau, visto que essa personagem nem ligava muito a maquilhagem e a beleza vampiresca deveria ser sublime e supostamente natural).
-O bebé da Bella era super creepy, a cara dele mete mesmo medo visto que é todo computadorizado e o resultado conseguido foi uma semelhança ao Chucky, o boneco diabólico.
- O Edward usava batom que lhe ficava melhor que qualquer um dos meus. Para além do batom tinha evidenciado os lábios delineados com aqueles lápis que as velhas usam que às vezes dão mais nas vistas que o batom.
- É aborrecido, tão aborrecido que eu no intervalo fiz conchinha na cadeira no cinema para dormir.
E mais, e muito mais que nem vale a pena estar para aqui a contar-vos. Ide ver, nem que seja só para entrar numa sala, gritar o final do filme ao pessoal e fugir dali.
domingo, 25 de novembro de 2012
sábado, 24 de novembro de 2012
so good
Anda muito na moda, o fenómeno da sua pessoa floreceu cá em Portugal e de repente era só ben howard para aqui, howard para acoli, e eu sem saber quem era o homem.
Ouvi-lo é como... sabem aquelas alturas em que os dias estão agradáveis, vocês vão à praia e enfiam-se dentro de água e nesse momento em que estão submersos desligam-se do mundo sentem-se na paz do oceano e só vêm à tona quando já entrou imensa água no vosso nariz?
É mais ou menos isso.
Ouvi-lo é como... sabem aquelas alturas em que os dias estão agradáveis, vocês vão à praia e enfiam-se dentro de água e nesse momento em que estão submersos desligam-se do mundo sentem-se na paz do oceano e só vêm à tona quando já entrou imensa água no vosso nariz?
boas!
Aquele momento em que constato que sou uma blogger despreocupada, inconstante, incompetente (por deixar de escrever durante muito tempo), com esgotamentos criativos, que bebe copos de ironia ao pequeno almoço e que acha que é muito ocupada para esta coisa de blogs e competividades. Blogger é uma palavra feia. Faz-me parecer uma coisa mecânica que tem de
escrever aqui como se de um jornalista (que tem horários e prazos a
cumprir e é constante no trabalho) se tratasse. Isto é tudo menos satisfazer as necessidades de vocemessês recalcados saberem a minha vida, até porque falo dela vagamente. É tão mais que isso, é a minha partilha de verborreias através dum sistema pelo qual ninguém me incomoda, a escrita via posse de um blog.
Duvido de mim na posse de muitas coisas, e a de gerir um blog é uma das principais. And then I realized...
I don't care!
Duvido de mim na posse de muitas coisas, e a de gerir um blog é uma das principais. And then I realized...
I don't care!
sábado, 17 de novembro de 2012
"Your responses indicate that you have a
normal desire to share yourself with others. However, this need is not
being adequately fulfilled at present.
As a result, you unconsciously attempt to treat this emptiness with momentary interests and temporary passions. If left unaddressed, this imbalance leads to impulsive behavior and unnecessary risks.
Past betrayals have left you generally suspicious of others’ behavior, particularly regarding romantic relationships. You fear you may be exploited if you open yourself too fully. Consequently, you often seek some proof of a new friend’s or lover’s sincerity before you decide to
Further complicating your relationships is the anxiety you have about your unfulfilled personal and professional goals. You fear that you’ve made decisions that weren’t in your own best interest, or failed to take advantage of opportunities when they presented themselves.
The desire to overcome these challenges sometimes lead you to seem pushy or even arrogant. Because this competitive urge is not always apparent to others, they are often surprised by it.
However, the passion that underlies your desire for success is unique. This makes you unlike others. You cannot simply accept what life has to offer; you aspire for more."
Isto foi o que me calhou em byzantiumtests.com e foi melhor que ir ao prof. Bambo!
As a result, you unconsciously attempt to treat this emptiness with momentary interests and temporary passions. If left unaddressed, this imbalance leads to impulsive behavior and unnecessary risks.
Past betrayals have left you generally suspicious of others’ behavior, particularly regarding romantic relationships. You fear you may be exploited if you open yourself too fully. Consequently, you often seek some proof of a new friend’s or lover’s sincerity before you decide to
Further complicating your relationships is the anxiety you have about your unfulfilled personal and professional goals. You fear that you’ve made decisions that weren’t in your own best interest, or failed to take advantage of opportunities when they presented themselves.
The desire to overcome these challenges sometimes lead you to seem pushy or even arrogant. Because this competitive urge is not always apparent to others, they are often surprised by it.
However, the passion that underlies your desire for success is unique. This makes you unlike others. You cannot simply accept what life has to offer; you aspire for more."
Isto foi o que me calhou em byzantiumtests.com e foi melhor que ir ao prof. Bambo!
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
oh zon
Aquele constrangedor momento em que estou sozinha em casa a cantar jardins proíbidos perto da porta de entrada quando tocam à porta dois marmanjos técnicos da zon, quando era suposto só chegarem uma hora depois. Lord, ouviram a minha figurinha toda. E depois só faziam comentários à tipíco português, do tipo, "ai não quero trabalhar mais, por mim acabava já, por hoje" e " ai que bela pinga que tens ali" (referindo-se às bebidas alcoólicas expostas na minha sala).
terça-feira, 13 de novembro de 2012
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
god bless the internet
Uma das pequenas coisas que faz a minha vida grande é estudar ao som de grandes bandas sonoras. And by that, I mean, do harry pottinhas:
Sou a mulher mais realizada desde a invenção do youtube. Oh wait, em 2005 era pirralha.
Sou a mulher mais realizada desde a invenção do youtube. Oh wait, em 2005 era pirralha.
simplesmente lindo
"They danced down the streets like dingledodies, and I shambled after
as I've been doing all my life after people who interest me, because the
only people for me are the mad ones, the ones who are mad to live, mad
to talk, mad to be saved, desirous of everything at the same time, the
ones who never yawn or say a commonplace thing, but burn, burn, burn
like fabulous yellow roman candles exploding like spiders across the
stars and in the middle you see the blue centerlight pop and everybody
goes "Awww!""
On the Road- Jack Kerouac
On the Road- Jack Kerouac
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Halloween
Sim, é uma tradição que me agrada. Ainda me lembro quando ainda ninguém conhecia o halloween, eu tinha 13 anos e corria os prédios da minha zona com o meu grupo de amigas, e os velhotes nem abriam a porta, tal era o cagaço. Um grupo de pessoas todas com lençóis assustadores cobertas da cabeça aos pés e apenas com a iluminação de uma vela numa abóbora, podem duvidar meus queridos, mas é assustador. De há uns anos para cá deixei para lá estas brincadeiras, cresci, mas não deixo de ter saudades e de salivar com a imagem mental dos doces que conseguia só com os peditórios. Hoje a noite não vai ser passada em discotecas nem partys, mas um cenário caseiro e acolhedor no palacete da minha amiga a fazer maratonas de terror.
Já agora ficam com o vídeo que revela a verdadeira morte do Jigsaw:
O Taça anda a ter visitas do Brasil! Caros companheiros brasileiros, pronunciem-se. É com muito prazer que receberei os vossos comentários.
terça-feira, 30 de outubro de 2012
aplicada
Sedutor sensualão do meu caderno novo exerceu uma espécie de poder de incentivo sobre mim. Hoje foi a primeira vez que cheguei a casa e organizei os apontamentos, parecia que estava a escrever uma bíblia, ou seja, estudei! Deve ser do cheirinho.
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
first I was afraid, I was petrified
Minha gente, estou a passar por um caso que é digno de filme. Uma das minhas melhores amigas pirou-se da minha vida literalmente, mas com regresso garantido por meios de que para a próxima semana. Foi assim: deixei de saber notícias de uma amiga minha com a qual falava diariamente, assim, de sexta para sábado. (weirdooo). Ou seja, tínhamos pseudo-planos para esta semana que incluíam festejar o Halloween e ir ver o Skyfall ao cinema, portanto já existiam desculpas para a convivência entre nós. Na sexta feira passada era suposto a dita cuja passar na minha casa para batermos papo quando vinha a caminho de não-sei-de-onde e nem chegou a passar (o que NUNCA aconteceu, friso). A moça quando se comprometia nunca falhava, motivo que atiça mais o facto de eu fazer filmes na minha cabeça. Ora bem, telefonei-lhe para casa e o irmão dela, que por sinal é meu amigo, deu uma de idiota para variar e disse que ela tinha ido a Lisboa tratar de "assuntos pessoais" e que este fim de semana não iria estar cá. Lá tentei puxar pelo motivo desses assuntos porque tenho laços de confiança com ele e com a mãe deles e este não me quis revelar. Confusa e atordoada deixei o fim de semana passar e abordei a minha amiga na net, na qual ela está sempre ou quase sempre conectada, não obtendo resposta até agora. Hoje decidi ligar directamente ao telemóvel da gaja, visto que antes não o tinha feito porque não tinha dinheiro, mas a missão foi mal sucedida porque estava desligado. Voltei a telefonar novamente para casa dela, obtendo a resposta de que ela só voltaria para a próxima semana, isto dito friamente e sem mais esclarecimentos (repito, do irmão dela, uma pessoa com quem eu já tive conversas muito pessoais e dou-me plenamente bem). Agindo segundo o impulso desliguei-lhe o telefone fixo na cara quando já não havia nada a dizer e me estava a despedir igualmente fria.
Se já era a realizadora de um filme dramático na minha mente então esse filme mudou de classificação para uma faixa etária superior. Considerei a hipótese de ela poder estar na casa de um tio a ajudar-lhe ou assim, mas nesse caso não vejo razão para não me quererem simplesmente contar. Então a minha mente estúpida e com influências tarantinescas divagou por cenários de hipóteses da minha amiga estar numa sala de operações e em descanso até ter alta ou a cumprir serviço comunitário, ou num fucking asilo, ou a gerir o piratebay escondida num sítio cavernoso na Ericeira e até a remota hipótese de trabalho na prostituição. (ironia strikes again)
O mundo tá-me a querer ocultar tudo?

domingo, 28 de outubro de 2012
aulinhas
Tenho tanta vontade para o estudo como tenho de comer iscas à mistura com salmão grelhado. Anyway, mesmo que tivesse apta conscientemente para estudar eu sei que sou uma gaja que só funciona à pressão, vamos masé a ver se a continuação deste lifestyle dá resultado na faculdade. Feedback das minhas aulas:
Estão a ver palha? Agora visualizem mentalmente palha verbal: aquelas coisas que são ditas só por se dizer, que não servem para nada que são mais ou menos como todos os meus professores fazem questão de preencher uma aula que parece interminável, entra-se nela e sai-se ainda mais burro.
Já cantava a querida Adelaide Ferreira: "Eu dava tudo..."
para ter stores de jeito.
Estão a ver palha? Agora visualizem mentalmente palha verbal: aquelas coisas que são ditas só por se dizer, que não servem para nada que são mais ou menos como todos os meus professores fazem questão de preencher uma aula que parece interminável, entra-se nela e sai-se ainda mais burro.
Já cantava a querida Adelaide Ferreira: "Eu dava tudo..."
para ter stores de jeito.
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