quarta-feira, 5 de setembro de 2012

o que eu me rio com isto




Basicamente é a nova sensação coreana (quais lmfao quais quê) e esta música tem dado que falar pelo mundo inteiro. O refrão é tão catchy que ecoa pelo meu cérebro ultimamente (parece que ele canta "Opá ganda style").

a fúria da catarina

Eis que depois de um dia cansativo e bem passado numa ida ao teatro chego ao shopping que tenho de passar para chegar à minha casa com o intuito de comprar o 3º volume das Crónicas de Gelo e Fogo- A Fúria dos Reis. Para quem não conhece, esta maravilhosa saga de livros é adaptada em formato de série televisiva como Guerra dos Tronos. A série é de fantasia e as aventuras decorrem em Westeros, num mundo semelhante à época medieval, onde as estações duram por anos ou até mesmo décadas. A história gira em torno de uma batalha entre os Sete Reinos, onde as famílias lutam pela posse do Trono de Ferro. (se estiverem interessados, pesquisem, que vale a pena)
Pois bem, cheguei ao shopping às 22.30, com 3 opções de sítios que poderiam vender o livro na manga. Dirijo-me ao local que penso que é mais económico (worten) e passo lá uma grande seca porque o empregado não sabia lidar com a situação e era um grande azelha... Demorou dez minutos a perceber que o computador da loja lhe indicava que o livro estava esgotado. De seguida fui ao continente e dei umas intermináveis voltas às bancas e estantes de livros, sem sucesso, e quando perguntei também me disseram que não havia. Finalmente, quando ia dar um pézinho à Bertrand dei conta que as lojas estavam todas a fechar pois já passava das onze e desatei a correr que nem o Bolt, com saltos altos a ponto de escorregarem e me fazerem passar uma vergonha para chegar à porta da livraria e esta estar fechada mas com 3 ou 4 clientes lá dentro. Inicio uma dança de imploração para que a lojista me abrisse a porta e esta gesticulava que não o ia fazer. Desesperada, cheguei a mostrar a nota como garantia que ia comprar e a implorar e ela aproximou-se do vidro e mandou a dica que a caixa registadora já estava fechada, soltando eu a mentirinha que não tinha como voltar lá tão cedo (o jogo de que vão peder um bom cliente se não me deixassem entrar poderia ter resultado) e mesmo assim a ressabiada não dava o braço a torcer até que lhe virei costas e segui a minha vidinha a bufar que perdi a oportunidade de o comprar hoje, por um triz. É que não fazia lá muito sentido os indígenas estarem lá dentro e não fossem comprar nada quando a loja supostamente já tinha fechado. Se fosse preciso os clientes que já estavam dentro da loja nem iam comprar nada e se o fizessem a ressabiada não lhes negaria a abertura da caixa registadora, ai não... 

terça-feira, 4 de setembro de 2012

that doesn't make you a model

*pessoa faz login no facebook*
Para além da palha habitual no feed de notícias ainda se depara com:
- Publicações femininas de imitações baratas de uma sessão fotográfica de uma agência. Pelos vistos agora é moda pedirem a amigas para fazerem uma sessão semi-nuas e postarem no facebook, com maquilhagem à lá prostitute e poses quase XXX nada dignas para se fazer num mato (nem no mato nem em lado nenhum).
- Um ou outro pedido para "laicar" numa foto para um pseudo concurso de modelos cujas concorrentes se safam mais à base de popularidade e da pedinchice do que da dita beleza.
- Mais que duckface saliente numa foto aleatória de um álbum de fotos aleatório porque é das poucas expressões faciais que conhecem.

Se você costuma rever-se nesta situação ou outrora já se deparou com alguma destas situações ouça esta obra-prima:

lies lies lies


Pretty Little Liars Soundtrack: Rachel Diggs- Hands of Time

A minha vida neste momento está mais ou menos como o enredo desta série. Quando minto ou oculto algo faço-o justamente para bons fins mas acabo quase sempre por me meter em alguma salganhada. Tenho mentido justamente para não preocupar ou magoar quem amo. Não estou a ocultar coisas más, porque até são ocultações de coisas positivas, simplesmente estou a preferir não contar por motivos melhores.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

créditos

E porque desde o começo do fim de semana tenho estado embrenhada numa reflexão pessoal acerca do quão a vida deve ser valorizada, decidi agradecer hoje pela panóplia de momentos que enriqueceram o meu dia.
Agradeço ao shotzinho que bebi, por apenas um euro, na festa de Corroios. Soube-me a tão mas tão forte que até verti uma lágrima mas fez-me partilhar bons momentos com as amigas com que eu não estava à muito tempo.
Agradeço aos rapazinhos que venderam a mim e às minhas amigas fichas mais baratas para andar numa diversão.
Agradeço pelos momentos em que cantei ao som da Aurea com as minhas amigas, ou melhor, já estava tão rouca que mais parecia uma ovelha a balir.
E por último, e não menos importante, agradeço ao senhor que estava à minha frente na bicha para comer as bifanas e que se libertou de constrangimentos e se peidou, porque o cheirinho denunciador de facto fez-me rir.
Agradeço, não sei bem a quem, a quem estiver para me ouvir.

sábado, 1 de setembro de 2012

dá-me música

"Não quis guardá-lo para mim
E com a dimensão da dor
Legitimar o fim
Eu dei
Mas foi para mostrar
Não havendo amor de volta
Nada impede a fonte de secar
Mas tanto pior
E quem sou eu para te ensinar agora
A ver o lado claro de um dia mau

Eu sei
A tua vida foi
Marcada pela dor de não saber aonde dói
Mas vê bem
Não houve à luz do dia
Quem não tenha provado
O travo amargo da melancolia
E então rapaz então porquê a raiva
Se a culpa não é minha
Serão efeitos secundários da poesia

Mas para quê gastar o meu tempo
A ver se aperto a tua mão
Eu tenho andado a pensar em nós
Já que os teus pés não descolam do chão
Dizes que eu dou só por gostar
Pois vou dar-te a provar
O travo amargo da solidão

É só mais um dia mau"



esta música nunca me foi tão relevante como agora!

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

it's a scary life

Acabei de ser vítima de uma cena de ciumes numa rede social por cujo amigo com quem não mantenho nenhum tipo de compromisso nem nada semelhante a isso. Que idiota chapado. Que grandessíssima cara de calhau.

don't you want me baby?

O moço tem o pacote completo! Tem um ar exótico, uma cara linda, tem rastas, uma voz espectacular e uma simpatia contagiante que é a única razão de eu assistir aos episódios da velha temporada de The Glee Project. Estranhamente, o seu ar ligeiramente andrógeno agrada-me (e logo eu, que gosto bem de macho detectável).

Matilde sois linda

A minha irmã é detentora de um novo animal de estimação, nada mais nada menos que uma aranha peluda que por acidente foi dar ao terraço dela e aí criou os seus meios necessários para viver. Matilde é o seu nome, Matilde, um animal repugnante mas que é digno de um nome de vaca e tem direito a um lar e à absolvição da sua pena de morte.

Frustração

Jogar videojogos é um dos actos que mais me causa uma tremenda frustração e adrenalina. É também algo que não descuro de vez em quando, desde pequena que não recuso um bom videojogo. A influente foi a minha irmã, com o seu investimento no tijolão, mais conhecido como sega mega drive:
 
A mega drive era pesada, tinha poucas funções, reproduzia cassetes e tinha dois orifícios para dois comandos mas era awesome para jogar Sonic The Hedgehog. Passei imensas horas a jogar sempre o mesmo jogo nesta consola e com o infortúnio de não levar o Sonic muito longe na sua jornada por ser uma jogadora medíocre. 


O super mario bros também era o meu jogo de eleição mas só podia jogar este quando estava na casa do meu primo, depois de uma exaustiva procura do calhamaço da consola é que jogava sem ele dar conta de nada.
Não fui uma criança viciada no jogo como muitos dos putos com que me dava eram. Infelizmente só tive a sega com o jogo do sonic e não me concederam mais luxos. Foi mais tarde (com 8 anos), quando tive o meu primeiro computador que era partilhado com a minha irmã é que comecei a viciar no puzzle bubble e no pacman, ou seja, recuei ainda mais no tempo e divertia-me com jogos arcaicos mas que hoje considero serem mais simples, altamente viciantes, e por muitas vezes melhores do que os jogos todos quitados com grandes gráficos e modernos do mercado. Aos 11 anos de idade já tinha submergido no universo harry potter e comprei o jogo d'a Pedra Filosofal para o computador e aí é que foi uma alegria. Jogava lentamente, um pouquinho de cada vez para "poupar" o jogo e evitar que chegasse ao fim demasiado cedo. Apanhava uns cagaços com as criaturas mágicas e a atmosfera do jogo era desafiadora e sombria... Como mariquinhas que era ao ponto de necessitar de alguém do meu lado enquanto jogava, chamava a minha amiga para jogar comigo porque me arrepiava um pouco jogar aquilo sozinha. 
Aos 12 anos juntei dinheiro para realizar um sonho à muito recalcado no meu inconsciente: a compra da playstation 2 deveras pomposa, toda cor de rosa (incluindo o cartão de memória). Passado dois anos adquiri o famoso GTA e foi aí que encontrei o meu game soul mate que me permitia: roubar, traficar and kill bitches (foí aí que decidi o que queria fazer da minha vida). Lastimosamente o jogo deixou de funcionar o que ainda agora penso que deve ter sido obra do Altíssimo a mandar um alerta de que aquilo já me estava a consumir a alma. Mais nenhum jogo me agarrou tanto como aquele. A criminalidade estava no meu sangue, pelos vistos...
No ano passado vendi a play e comprei a Wii, o que é muito fixe porque exige uma série de implicações como levantar o traseirinho do sofá e competir em diversos desportos contra uns bonecos estúpidos criados pelos japoneses. Estamos quase a chegar aonde quero chegar, que é o back to the beggining; pois eu, nostálgica, adquiri o supermario bros wii que é a compilação do super mário clássico (praticamente aquele jogo que todos nos habituámos a jogar em 2D) e a merda é que estou encalhada num nível em que é suposto o parvo do Mário saltar sobre umas areias movediças e defender-se (sem um recurso decente) dumas facadas que o palhaço de um boneco manda lá pelo meio. Ora vejam, o jogo tem oito mundos. Este nível que não consigo passar é o 1º do segundo mundo. É triste...
(vai até ao minuto 01.55 do vídeo)

Há por aí alguma alma caridosa que se voluntarie a vir a minha casa passar este nível?
PODE PARECER, MAS NÃO É A COISA MAIS SIMPLES DO MUNDO!

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

gente do facebook









Este indivíduo publicou esta hedionda parvoíce à qual respondo:
E eu rio-me das pessoas que não sabem escrever em bom português.

The lord is testing me



Não posso estar um pouco fora de casa que sou logo alvo de pragas ou o género porque algumas das situações que presencio são próximas dos acidentes fatais. Ando tão susceptível ao auto-esfolamento/morte tanto a quanto sou susceptível a adormecer na praia. Imaginemos o cenário: euzinha feita espertalhona a pedalar freneticamente nas ruas da Costa da Caparica e a tripar imenso do prego a fundo quando vem-me uma coceira horrorosa no pé esquerdo. Ridiculamente pensei que tinha dotes de trapezista e fiz uma tentativa de pedalar com o pé direito, começo a ziguezaguear e quase que dou um high five com a face num poste de electricidade. Por um triz escapei à estadia num hospital, a maneira mais alternativa de passar umas férias. Adiante... Depois de sofrer de desidratação e chegar a casa sedenta engulo grandes tragos de água que nem o boogey man a ingerir minhocas e dão-me umas dores tão fortes no peito que parecia que ia desmaiar ali, mas felizmente tinha sido só a minha garganeirice de água a falar mais alto.

image

Digam lá se isto não é a coisa mais amorosa de sempre?

Quero uma ovelhinha em casa!
 http://videohall.tumblr.com/post/30132677359/yeahhhhh-its-patrick-star

terça-feira, 28 de agosto de 2012

TWITTER

O blod decidiu emancipar-se e agora tem um twitter! Façam follow para seguirem as mais estapafúrdias novidades:  https://twitter.com/TacadeSangria